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Cumplice Do Tempo

ser cúmplice é ser parte de algo

Cumplice Do Tempo

ser cúmplice é ser parte de algo

E se porventura

 

 

 

E se porventura isto não fosse mais do que uma aventura, nunca deixaria de ser uma história de amor, escrita onde a barreira dos medos ousou se quebrar para nos desejos se fundir.

Ousadia dos sentidos, atropelo de emoções, vendavais de uma paixão comum que numa folha branca outrora preenchida pela timidez e receio intentou ainda que a custo dar inico a um conto de afetos

Narrativa de anseios, cronica de vontades, submissas no pavor de ali se entregarem, naquele que poderia ser o prefácio desta que ali deixará de ser uma simples aventura para se tornar uma história que de amor se enche e preenche a cada entregar.

 

E se porventura isto não fosse mais do que uma história de amor, nunca deixaria de ser uma aventura, escrita onde a barreira dos desejos ousou se fragmentar para os medos iludir.

Ousadia de quem ama, e que no atropelo das emoções se deixa levar no vendaval da paixão, comunhão que na folha que já fora branca enche os seus contornos de cor e vivacidade, moldurando a sua razão de ser e existir.

Narrativa ansiada, cronica de quereres, agora livres no prazer de este entregar em mais um capítulo de um simples história de amor que se torna aventura a cada libertar.

 

E se porventura esta aventura, historia de amor tiver fim, que ele seja na comunhão de ambas para que nada fique por escrever (viver).

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